Notícias: Pesquisa
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Publicado em: 29/03/2016 15:11:45
Com o objetivo de falar para a comunidade acadêmica e os profissionais de saúde sobre o estado da arte do controle da Tuberculose, o Centro de Referência Hélio Fraga (CRPHF/ENSP) acaba de publicar o primeiro volume de seu boletim de Pneumologia Sanitária. A intenção é que ele seja um canal de divulgação de ideias, análises e informes. Assim, esse novo instrumento do Hélio Fraga pretende agregar o resultado de diferentes ações de assistência, ensino e pesquisa voltadas para o controle da tuberculose e enfrentamento de outras micobaterioses no país, como também trabalhar na atualização do campo da Pneumologia Sanitária e da Saúde Pública em sua totalidade. A publicação de boletins é uma prática tradicional do Centro de Referência. No entanto, agora, ele vem em formato digital. Confira essa primeira edição, disponível on-line, que será oficialmente lançada no dia 6/4, na ENSP, durante o encontro que celebrará o Dia Mundial de Combate à Tuberculose.
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Publicado em: 28/03/2016 12:33:43
“Sem novo aporte tecnológico, não há como controlar o vetor em curto prazo, ou seja, continuaremos a sofrer com epidemias no Brasil”, disse o pesquisador da Fiocruz Mato Grosso do Sul Rivaldo Venâncio da Cunha sobre o agravamento da incidência de zika congênita no país. Ele adverte, ainda, que a maioria dos problemas está fora da governabilidade do setor saúde. O debate com Rivaldo, a médica do Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Sheila Moura Pone e a pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) Patricia Carvalho de Sequeira ocorreu durante o Centro de Estudos Miguel Murat Vasconcelos da ENSP intitulado O estado da arte sobre a epidemia do zika vírus: o que sabemos e ainda precisamos saber, realizado na Escola.
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Publicado em: 22/03/2016 14:19:16
Notificando cerca de 6 milhões de novos casos e levando a óbito mais de 1 milhão de pessoas por ano em todo o mundo, a tuberculose preocupa cada dia mais. Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil ocupa o 17º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos mundiais da doença. A incidência de tuberculose resistente a medicamentos agrava ainda mais esse tenebroso cenário. O que não se pode esquecer é que essa doença tem cura e seu tratamento é gratuito em toda a rede pública do Brasil. Pensando em estratégias de sensibilização e difusão de informações, o Centro de Referência Professor Hélio Fraga (CRPHF/ENSP) - instituição nacional de referência do SUS para tuberculose e outras pneumopatias -, em parceria com demais unidades da Fiocruz, programou atividades em alusão ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose, celebrado em 24 de março. A semana contempla palestras, exibição de documentários, exposição e iluminação especial no Castelo da Fiocruz, localizado no campus Manguinhos. Confira a programação e participe!
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Publicado em: 17/03/2016 13:26:56
A pesquisa Mortes violentas de jovens: um olhar compreensivo para uma tragédia humana e social analisou também a mortalidade de jovens por homicídios em dois municípios da Argentina, ambos situados na região metropolitana de Buenos Aires, local que apresenta metade das taxas de mortes por homicídios no país. Desenvolvido em parceria com a Universidade de Nacional de Lanús (UnLA), o estudo aponta ser a maior motivação para os homicídios nos locais as situações de criminalidade, uso abusivo de drogas e conflitos com a polícia. O pesquisador da UnLA Damian Marcondez apresentou os dados das regiões durante o seminário Mortes violentas de jovens: o desafio da prevenção em uma perspectiva intersetorial e ressaltou ser fundamental promover o acesso a direitos básicos como saúde, educação e emprego.
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Publicado em: 17/03/2016 13:15:25
Fruto da segunda fase do edital Inova-ENSP, programa que incentiva a implantação de uma estratégia institucional voltada para o fortalecimento da dimensão da pesquisa na ENSP, o Departamento de Violência e Saúde Jorge Carelli (Claves/ENSP) apresentou, na segunda-feira (14/3), os resultados da pesquisa Mortes violentas de jovens: um olhar compreensivo para uma tragédia humana e social. O estudo traz o seguinte resultado: quem mais mata no Brasil é também quem mais morre, isto é, jovens do sexo masculino, de 15 a 29 anos, com baixo nível de escolaridade. Segundo as coordenadoras da pesquisa Ednilsa Ramos de Souza e Kathie Njaine, não é possível atribuir o fato a uma única causa, pois existe multicausalidade como resposta, incluindo fatores sociais e comunitários que vão desde a concentração de pessoas nas periferias sem infraestrutura até a presença do tráfico de drogas e a livre circulação de armas de fogo.
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Publicado em: 10/03/2016 14:40:52
A já consagrada pesquisa sobre dengue e sites de saúde de André Pereira Neto - coordenador do Laboratório Internet, Saúde e Sociedade (Laiss), do Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria (CSEGSF/ENSP) - integra o recém-lançado Portfólio Rede de Pesquisa no Território de Manguinhos - uma parceria entre academia, serviços de saúde e sociedade civil. A publicação é uma iniciativa da Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência (VPPLR/Fiocruz) e traz diversos projetos desenvolvidos em unidades da Fiocruz, equipes de saúde e população do território de Manguinhos. No Portfólio, André Pereira ressaltou que a metodologia utilizada integrou os conhecimentos acadêmico e empírico.
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Publicado em: 09/03/2016 16:45:40
No Brasil, em cada quatro mulheres, mais de uma apresenta sintomas de depressão no período de 6 a 18 meses após o nascimento do bebê. A constatação é do estudo Factors associated with postpartum depressive symptomatology in Brazil: The Birth in Brazil National Research Study, 2011/2012, realizado pela pesquisadora Mariza Theme, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), e publicado na edição de abril do Journal of Affective Disorders. A prevalência desse distúrbio no país foi mais elevada que a estimada pela OMS para países de baixa renda, em que 19,8% das parturientes apresentaram transtorno mental, em sua maioria a depressão.
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Publicado em: 07/03/2016 13:58:24
O Centro Colaborador para a Qualidade do Cuidado e a Segurança do Paciente (Proqualis) - com o qual a ENSP e seus pesquisadores mantêm estreita relação por meio do desenvolvimento de projetos e linhas de pesquisa -, vai promover um webinar sobre a implementação do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) e a elaboração do Plano de Segurança do Paciente. O encontro, marcado para o dia 21 de março, às 10h, será proferido pela chefe do Serviço de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Helaine Capucho. Para assistir a esse seminário on-line, os interessados deverão acessar o Portal Proqualis e localizar o link de participação, a partir do dia 15/3.
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Publicado em: 04/03/2016 15:51:31
A pesquisa Modelo de Serviços Farmacêuticos aos Pacientes Portadores de Diabetes Mellitus: dispensação e seguimento farmacoterapêutico foi desenvolvida por pesquisadores da ENSP, no âmbito da Rede do PDTSP-Teias, do Programa de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica em Saúde Pública da Fiocruz. Seus resultados foram divulgados no portfólio, lançado recentemente pela Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência (VPPLR/Fiocruz), Rede de Pesquisa no Território de Manguinhos - uma parceria entre academia, serviços de saúde e sociedade civil. A coordenação desse projeto ficou a cargo da pesquisadora da ENSP Vera Lucia Luiza e utilizou uma metodologia de pesquisa-ação, ou seja, que interage com a realidade.
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Publicado em: 01/03/2016 10:45:32
A revista Cadernos de Saúde Pública (volume 32 número 1) debate sobre inovação, qualidade e quantidade na avaliação da produção científica de pesquisadores, grupos de pesquisa e programas de pós-graduação. Na opinião das editoras da publicação Cláudia Medina Coeli, Marilia Sá Carvalho, Luciana Dias de Lima, alcançar excelência simultaneamente nas três dimensões é impraticável. "Uma produção científica inovadora e de qualidade não será volumosa, uma vez que novas ideias demandam tempo para serem adequadamente testadas. Por outro lado, é possível manter uma produção volumosa e de qualidade por meio da aplicação repetida de protocolos padronizados, mas ela não será inovadora, uma vez que protocolos rígidos são adequados apenas a poucos tipos de perguntas de investigação". Por fim, acrescentam elas, testar muitas hipóteses inovadoras em curto espaço de tempo inviabiliza a execução de pesquisas com o rigor metodológico necessário, e, em alguns casos extremos, estimula a adoção de práticas indesejadas, como a fraude e a fabricação de dados.
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Publicado em: 29/02/2016 12:05:43
A medicalização é um processo complexo cada vez mais presente em nosso cotidiano. Buscamos médicos, psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde quando estamos doentes, mas também quando gozamos de saúde e queremos ficar ainda melhor. Publicado pela Editora Fiocruz, Medicalização em Psiquiatria - dos pesquisadores do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial do Departamento de Direitos Humanos, Saúde e Diversidade Cultural da ENSP Paulo Amarante e Fernando de Freitas -, investiga esse fenômeno, que é, ao mesmo tempo, de ordem cultural, política e econômica.
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Publicado em: 25/02/2016 12:07:39
"O estigma, como expressão da violência, interfere na relação saúde e doença e pode agravar o sofrimento mental e gerar complicações orgânicas, como alergias e náuseas.” É o que revela a aluna Raquel Silva Barretto, em sua dissertação de mestrado em Saúde Pública da ENSP, sob orientação da pesquisadora Ana Elisa Bastos Figueiredo. A pesquisa, considerada inovadora, teve como objetivo estudar a percepção dos profissionais de saúde mental sobre a questão em relação aos pacientes com transtornos mentais internados em Unidade Psiquiátrica de um hospital geral do município do Rio de Janeiro. Seis profissionais da equipe de saúde mental - psiquiatras e enfermeiros - responderam a uma entrevista e apresentaram maior compreensão sobre violência, ao passo que não demonstraram familiaridade com o termo estigma, segundo Raquel. "Apesar disso, houve concordância sobre a relação do estigma com a violência. Reconhecem que esse fenômeno é presente em suas práticas profissionais, e o estigma como expressão da violência se dá de forma naturalizada, sendo difícil identificá-la no âmbito institucional."
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Publicado em: 19/02/2016 15:57:52
O Portfólio Rede de Pesquisa no Território de Manguinhos - uma parceria entre academia, serviços de saúde e sociedade civil, que acaba de ser lançado na Fiocruz, traz diversos projetos integrados e liderados por pesquisadores da ENSP. O trabalho é resultado de uma das redes do Programa de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica em Saúde Pública da Fundação: o PDTSP/Teias. Além das pesquisas da Escola, o Portfólio destaca uma série de trabalhos desenvolvidos em outras unidades da Fiocruz, equipes de saúde e a população do território de Manguinhos, localizado no entorno da Fundação. A Rede PDTSP-Teias, uma parceria entre a Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência (VPPLR) e a Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde (VPAAPS), é coordenada pela pesquisadora da ENSP Isabela Santos.
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Publicado em: 01/02/2016 15:24:19
Na Bahia, quase a metade das cidades da caatinga, no entorno do Rio São Francisco, têm alto risco de sofrer danos provocados pelas mudanças climáticas nos próximos 25 anos. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que mapeou a vulnerabilidade às alterações do clima em 84 municípios, que fazem parte da bacia hidrográfica do Velho Chico e estão localizados na região do bioma caatinga. Coordenada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) e Centro de Pesquisas René Rachou (Fiocruz-Minas), a pesquisa utiliza uma metodologia desenvolvida na Fiocruz que já foi aplicada para mapear a vulnerabilidade nas cidades do Rio de Janeiro. O trabalho foi financiado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, por meio de edital, e contou com o apoio da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz.
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Publicado em: 19/01/2016 11:09:40
"No Brasil, o consumo de crack adquire dimensão expressiva, principalmente devido à sua visibilidade enquanto comportamento observável em cenas abertas de tráfico e consumo e também por despertar certo incômodo social, aparentemente pelo fato de os usuários serem de classe social mais empobrecida/marginalizada, fazerem uso em locais públicos e devido à associação (continuamente reforçada pelo senso comum e pelos meios de comunicação) com problemas relacionados à violência e criminalidade nas grandes cidades". A constatação é da aluna de doutorado em Epidemiologia em Saúde Pública da ENSP Lidiane da Silveira Gouvea Toledo. Sua tese teve por objetivo analisar a inter-relação entre o uso de crack e similares em cenas abertas e envolvimento com a justiça criminal no Rio de Janeiro, de 2011 a 2013. Acredita a aluna que o consumo de crack em cenas abertas parece constituir, antes de tudo, uma questão urbana de ordem e gestão do espaço público, onde estratégias inovadoras da gestão, aliadas a redução de danos, são esforços necessários para melhorar a qualidade de vida dos indivíduos que interagem com as cenas e a da comunidade em geral.