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1º de Maio: Democracia e Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador

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Publicado em:30/04/2026

As mobilizações em torno do 1º de Maio deste ano recolocam no centro do debate público uma pauta urgente para o país: o fim da escala 6x1, sem redução salarial. Em 2026, esta é uma questão central para a democracia, para a saúde pública e para a saúde mental de trabalhadoras e trabalhadores.

O tema “Saúde Mental no Trabalho é Direito” será debatido ao longo deste mês de maio em uma série de atividades organizadas pelo Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh/ENSP/Fiocruz),.

Em um mundo marcado por rápidas transformações tecnológicas e produtivas, convivemos com formas regressivas de exploração do trabalho. Como alertado pelo sociólogo Ricardo Antunes, a reestruturação produtiva contemporânea combina inovação tecnológica com precarização, fragmentação de direitos e aprofundamento das desigualdades sociais. Esses impactos recaem de forma perversa sobre mulheres, população negra, juventudes e segmentos historicamente vulnerabilizados no Brasil.

No ano em que celebramos as quatro décadas da 8ª Conferência Nacional de Saúde, é fundamental relembrar o legado de Sergio Arouca e da Reforma Sanitária Brasileira: saúde não é apenas ausência de doença, mas pleno bem-estar físico, mental e social; e depende de condições dignas de moradia, trabalho, renda, educação e participação social. 

Também é oportuno reafirmar o horizonte político da 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, sintetizado no princípio de que a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora é Direito Humano.

Neste 1º de Maio, a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca reafirma: defender a Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador neste contexto é defender a democracia!

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