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'Radis': Edição de março faz uma retrospectiva da Covid-19 em correspondências

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Publicado em:31/03/2022

Após dois anos que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a Covid-19 uma pandemia, quando mais de 115 países tinham constatado casos de infecção pelo novo coronavírus, uma tragédia sanitária estava apenas começando. A matéria de capa da revista Radis, assinada por Adriano De Lavor e Ana Cláudia Peres, traz relatos e testemunhos sobre um mundo diferente depois da Covid-19 . Confira!                       
                                                                                                                                 
Brasil, março de 2022. Faz exatos dois anos que a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a covid-19 uma pandemia. Naquela quarta-feira (11/3/2020), mais de 115 países tinham constatado casos de infecção pelo novo coronavírus e uma tragédia sanitária estava apenas começando. Não era a notícia que Radis gostaria de ter dado. Muito mais encorajador foi comunicar que a vacina chegou ao braço da primeira brasileira em 17 de janeiro de 2021. Agora, convidamos nossos leitores para escrever cartas a um mundo em transição. Há sempre algo a ser dito. Para um amigo que mora em outro país, uma amiga de trabalho que perdeu a mãe, aos pais, ao filho que ainda não nasceu ou aquele que dividiu com a mãe a dura rotina de uma quarentena prolongada por meses. À Maria, trabalhadora responsável pela limpeza em um hospital do Sistema Único de Saúde. Para a senhora História, no futuro, ou para o ilustríssimo senhor Oswaldo Gonçalves Cruz, que nos anos 1900 já anunciava que vacinas salvam vidas. Destas correspondências, somos todos destinatários.


NÃO ERA UMA GRIPEZINHA, EDUARDO!

BELÉM, PA, 26 DE FEVEREIRO DE 2020


Olá, Eduardo,


Como estão as coisas por aí, com a covid, meu irmão?


Por aqui, a covid-19 chegou em março de 2020. No início, começaram a dizer que seria uma gripezinha. Não teríamos problemas sérios no Brasil. No estado do Pará, pensou-se, essa doença seria ainda mais inofensiva. Estamos acostumados com os vírus vindos da floresta tropical e úmida que cerca as cidades. Mas logo apareceram os primeiros casos. Meu tio Raimundo, homem forte, negro, de 65 anos, que conheceste no Círio, foi levado às pressas ao hospital, no início de abril. Não havia leito. Ele morreu no carro na porta do hospital, sem conseguir respirar, esperando atendimento.


Como deves lembrar, meu tio era da comunidade quilombola do Caeté, no município de Moju. Os quilombolas de lá fecharam todas as entradas da comunidade. Tentei visitar uma prima. Não pude. A estratégia de se isolar não funcionou. Como eles têm de comercializar a produção da farinha, o açaí, comprar alimentos, muitos foram infectados nas cidades próximas e trouxeram o vírus para suas casas. E, como nas comunidades tradicionais as sociabilidades são intensas, a propagação do vírus foi rápida. Se as perdas foram poucas, muito significativas foram para as famílias.


Eduardo, a doença chegou também à casa da minha mãe. Meu irmão gripou. Minha mãe logo adoeceu também. Minha irmã, a mais forte, teve manifestações leves. Meu irmão teve falta de ar séria. Não havia hospital. Não havia remédios na farmácia. Mamãe, religiosa, intensificou as orações, era o que restava a fazer naquele momento. O comércio, as escolas e os bares começaram a ser fechados pelo governo, para que o vírus não circulasse. Na casa da mamãe, o quadro piorou, meus sobrinhos foram infectados, e aí a preocupação aumentou.


No início de abril, comecei a sentir febre. Pensei, nada sério, minha temperatura não passava de 37 graus. Pedi para minha esposa, Nádia Fernandes, sair de casa. Disse-lhe que fosse para a casa da mãe dela e lá ficasse. Não sabia em que estado me deixaria a doença. Não queria que morrêssemos juntos. Ela se negou. Brigamos. Ela entristeceu-se porque somos muito grudados, e eu não a queria nem perto de mim. Não deixava que se aproximasse. Começamos a nos separar até na hora das refeições. Nunca fiquei tão triste por não poder ficar perto de quem amo. Falei, certa vez, áspero com ela, para convencê-la a sair de casa: “Não quero que faça nada para mim, quero que vá embora, que suma desta casa!” Ela chorou e, mais uma vez, recusou-se a sair. Logo foi infectada com o vírus também. Começou a ter febre. Os sintomas foram leves, mas fiquei apreensivo. Toda hora pensava que ela pioraria e morreria.


Eu, com o passar dos dias, comecei a ter febre alta, falta de ar. Numa tarde, estava mal, peguei o carro, mesmo sem respirar direito, fui ao médico. Ele mandou fazer exames. Depois concluiu que eu precisava ser internado. Não havia leito, então me mandou para casa, como se dissesse: “Vá e morra entre os seus”. Eu e Nádia fomos a todos os hospitais de Belém, estavam lotados. Chegamos uma hora da manhã em casa. Minha respiração, cada vez pior. Nádia estava ao meu lado, sem medo, sem máscara e sem álcool. Eu, sem respirar direito, ela se deitou ao meu lado, me acariciou, pediu calma, então choramos. Pensei em meu filho. Não queria deixar, naquele momento, os meus amores. Amanheci ainda com a respiração ofegante, mas com menos medo, com menos certeza do fim.


Com o passar dos dias, melhorei. Nádia recuperou-se antes de mim. Diante da morte, da incerteza, ela não saiu do meu lado. Tenho certeza de que ela não foi a única a agir assim no mundo. Muitas mulheres e homens colocaram seus sentimentos acima de suas próprias vidas.


É isso, meu amigo! Espero vê-lo logo.


Abraços,


Luís
Luís Fernando Cardoso é doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e professor da Universidade Federal do Pará (UFPA). Suas origens estão nas comunidades quilombolas, de onde saiu aos 9 anos para estudar em Belém. A carta destina-se a Eduardo Rivail Ribeiro, linguista, que vive nos Estados Unidos.


Nós, os vulneráveis


Desde o início da pandemia de covid-19, os desafios para a prevenção e o controle revelaram-se imensos. Em um cenário de desigualdades, medidas como uso de máscaras e álcool em gel, higienização das mãos e mesmo a recomendação para ficar em casa esbarravam em realidades em que não havia sequer água tratada ou saneamento. Nossa reportagem de capa, ainda em maio de 2020, quando as dúvidas eram muito maiores do que as respostas, discutia os obstáculos para moradores de favela e periferia, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, pessoas em situação de rua, refugiados, trabalhadores informais e outros grupos que, diante das dificuldades de acesso a direitos básicos como saúde, emprego e moradia, se tornavam ainda mais vulneráveis. Leia aqui: https://bit.ly/3HQ5gPu

RECORDAÇÕES DA LINHA DE FRENTE

RIO CLARO, RJ, 20 DE FEVEREIRO DE 2022


Queridos pais, noiva, filhos e amigos,


Escrevo esta carta para lembrar o quanto foram difíceis os dias de pandemia de covid-19, causada pelo novo coronavírus, e que nos trouxe muitos momentos de aflição, angústia e ansiedade, entre outros sentimentos. Acho que o medo foi pior de todos. Enquanto atuava na linha de frente, quando apareciam alguns sintomas gripais, meu pensamento só ia ao encontro dos seguintes questionamentos: Será que é covid ou não? E se for? Como será que o meu corpo vai reagir? Será que infectei algum dos meus familiares?


Essas foram as inquietações que senti a cada vez que me vi exposto ao vírus, quando cuidava de algum paciente com o diagnóstico suspeito e/ou positivo para a doença. Mas, mesmo com medo e com todas essas aflições, tive que me manter forte para fazer o melhor para a saúde da população do meu município. Enquanto nós, profissionais da saúde que atuamos na linha de frente, assistíamos a cada dia pacientes perderem a sua vida para essa doença extremamente devastadora e de curso rápido, ficávamos ainda mais assustados.


Foram dias difíceis, com a esperança de ter uma vacina para que todos fossem imunizados e pudéssemos superar esse momento obscuro pelo qual o país e o mundo estão passando. Foi quando a vacina Coronavac foi aprovada pela Anvisa para o uso emergencial que aquele sentimento de alívio começou a surgir aos poucos, com a divulgação de cada notícia. Quando ajudei a receber o primeiro lote de vacinas, e fui um dos primeiros profissionais de saúde a receber a primeira dose, foi difícil esconder as lágrimas de alegria.


Talvez vocês não entendam o motivo dessas lágrimas, mas eram uma mistura de alívio, de dor e de revolta. Por causa do negacionismo, perdemos amigos, familiares e conhecidos para a covid-19. Mas esse momento também me deu o conforto de saber que eu estaria imunizado, ainda que atuando na linha de frente, e me deu a certeza de que em algum momento vocês também estariam.
Em outros momentos, quando me deparei com o diagnóstico positivo, uma série de preocupações surgiram na mente. No decorrer do isolamento, me deparei com o agravamento do quadro, quando constatei a queda da saturação; a preocupação aumentou, o que me fez procurar novamente o atendimento. Após a avaliação, a observação e o olhar crítico do médico, soube que estava tudo normal. Foram inúmeros sentimentos misturados naquele momento, mas o alívio em saber que estava tudo bem foi o maior de todos.


Depois de todos esses dias de pandemia ainda temos todas as preocupações em relação às novas variantes e ao andamento da campanha de vacinação, mas principalmente em relação às crianças. Minha maior preocupação é com os meus filhos. Sigo lutando por vocês, por mim e por todos que necessitam e carecem de uma melhor assistência em saúde. Vivemos esperando por dias melhores!


Rafael
Rafael Francisco Teixeira é enfermeiro e coordenador de Vigilância Epidemiológica na Secretaria Municipal de Saúde de Rio Claro (RJ). Filho de José Maria Teixeira e Nircéia Aparecida Francisco Teixeira, é noivo de Kélita Jorge de Oliveira, pai da Maria Flor e de gêmeos que estão a caminho.


Trabalho humano


Nenhuma palavra parecia suficiente para agradecer aos trabalhadores da saúde, que se desdobravam incansáveis na linha de frente do combate à covid-19. Nós tentamos. Em mais de uma edição, trouxemos reportagens que revelavam as rotinas de incerteza, solidão, risco e muito cuidado com o outro, por meio de relatos e testemunhos. Era uma maneira de dizer muito obrigado a médicos, enfermeiros, agentes comunitários de saúde e da vigilância sanitária — e também maqueiros, técnicos de raio-X, analistas de laboratório, recepcionistas, pessoal das áreas de limpeza, recepção e segurança, trabalhadores e trabalhadoras do SUS. Leia aqui: https://bit. ly/3hNykwO

Dose de esperança


Enfim, a esperança. A primeira dose de vacina contra a covid-19, no Brasil, foi aplicada na enfermeira Mônica Calazans, em 17 de janeiro de 2021. De lá para cá, o país assistiu ao esforço dos profissionais de saúde para que a imunização chegasse a todos — como mostraram as imagens enviadas por nossos leitores e publicadas na edição de abril de 2021. Em nossa cobertura ao longo destes dois anos, mostramos o caminho da ciência até a chegada do imunizante; escutamos os apelos de médicos, cientistas, pesquisadores contra o movimento antivacina e o tratamento precoce; e acompanhamos os rumos da Comissão Parlamentar de Inquérito que pediu o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas. Contra todo o negacionismo e a despeito das omissões oficiais no enfrentamento da covid-19, chegamos a março de 2022 com cerca de 75% dos brasileiros totalmente imunizados (com duas doses ou dose única), enquanto segue a aplicação das doses de reforço. Confira reportagem de fôlego publicada ainda em setembro de 2020 que explica o que estava em jogo na corrida pela vacina. Leia aqui: https://bit.ly/34kA9hs

PARA OSWALDO CRUZ, COM ESTIMA E CONSIDERAÇÃO

FORTALEZA, CE, 6 DE MARÇO DE 2022


Ilmo. Senhor Doutor Oswaldo Gonçalves Cruz,


Espero que esta missiva o encontre bem, em raro momento de apaziguamento. Quem sabe te esquecendo de tua doença, enquanto aprecias as flores do solar da rua Montecaseros, que tanto te encantaram ao longo dos verões petropolitanos passados.


Escrevo-te do futuro para alcançá-lo após renunciares ao cargo de prefeito da antiga cidade imperial.


Especulo que, dada tua paixão pela fotografia, tenha se interessado pelos filmes dos irmãos Lumière em seus tempos de Paris. Pois, mais de 120 anos depois, vejo, em uma tela que transmite imagens, Petrópolis destruída por mais uma enchente, cujas trezentas mortes e estragos materiais eram evitáveis. Recordo a não implementação do teu ambicioso plano de urbanização e saneamento para a cidade. A nefrite te afastou da gestão municipal, não sem antes ouvires, como sempre, a gritaria dos infames, daqueles refratários às mudanças, dos que têm ojeriza ao novo e ao povo.


Doutor Cruz, estamos na terceira década do século 21, a Terra está esquentando a cada ano, eventos climáticos extremos se multiplicam. As consequências nefastas da falta de planificação urbana se concretizam periodicamente. Setores da sociedade continuam a vociferar justificativas fatalistas para as calamidades associadas aos fenômenos naturais e às epidemias. Sempre eximindo a humanidade e culpando os céus, autoridades se omitem. Esperam o próximo verão, não se sabe se pedindo a Deus que a última catástrofe tenha sido a derradeira. Até alguns pesquisadores, apesar das múltiplas evidências, refutam o que se tem chamado de aquecimento global.


Ficarás surpreso em saber que aqueles que negam a ciência se multiplicaram. Atualmente são alcunhados “negacionistas”. Não, professor Oswaldo Cruz, a ciência não triunfou completamente, como esperavas.
A Revolta da Vacina, de novembro de 1904, parece hoje um prenúncio. Embora a reação da população excluída à autoritária obrigatoriedade da imunização, cujos princípios eram desconhecidos da maioria naquele momento, fosse compreensível, não perderei a oportunidade, no entanto, de dizer que o senhor tinha razão. As vacinas viriam a ser a principal estratégia de controle das doenças transmissíveis no século 20. Também estavas certo ao tentar combinar ações específicas de prevenção para as diversas enfermidades infecciosas, com reformas urbanas que propiciassem melhores condições de vida.


Apesar dos enormes ganhos de saúde proporcionados pelas campanhas de imunização, o senhor ficará perplexo com a informação de que movimentos antivacina se expandem em todo o mundo e que ganharam impulso, veja só, durante a maior tragédia sociossanitária vivida pela humanidade. Vivemos uma terrível epidemia causada por um novo vírus respiratório que atravessou continentes, com quase 500 milhões de casos e 6 milhões de vítimas fatais registradas em todos os países.


O invento do seu patrício Santos Dumont vingou. Existem hoje meios de transporte que se deslocam voando, como o 14-bis provavelmente o fez antever, levando gente para toda parte em velocidade supersônica. Hoje no Brasil, amanhã poderás estar no Japão. Difícil de acreditar, eu sei. Mas esse intenso fluxo humano e o aumento das trocas comerciais consolidaram um processo que se chamou de globalização. A população mundial passa de 8 bilhões. As pessoas se movimentam rapidamente, carregando também, de um lado para o outro, os micro-organismos que tanto o fascinaram no começo da carreira.


Na vigência dessa emergência, profissionais de saúde da linha de frente do atendimento correram para se atualizar sobre as terapêuticas mais eficientes, epidemiologistas esforçaram- se para propor as melhores medidas de contenção, a partir de modelos que predissessem a evolução da epidemia nos vários países. Por outro lado, companhias farmacêuticas e institutos de saúde pública (como o que leva teu nome), desenvolveram, em colaboração, vacinas em tempo recorde, que se mostraram eficazes e seguras.


Por incrível que pareça, em outra frente, estavam governos, como o nosso, uma proporção importante de médicos (estranho, mas creia) e segmentos sociais que desacreditavam tanto as vacinas, quanto publicações relevantes e dados apresentados pelas instituições comprometidas com a ciência. Não muito diferente do que enfrentaste, utilizaram-se de mecanismos de desinformação. Propuseram o uso de fármacos ineficazes e ignoraram as recomendações, como o uso de máscaras e de se evitar aglomerações, que visavam desacelerar a transmissão.


Centenas de milhares de brasileiros perderam a vida, mas, quero crer, a ciência no fim das contas está prevalecendo. É um equilíbrio delicado que conhecestes bem. É uma luta que nos faz às vezes desesperançar. Mas está sendo travada, quero garantir. Parecida com a sua, mesmo que nos separem décadas, nessa contenda seguiremos nos agarrando ao paradigma científico, pela certeza de que, fora deste, a prática médica, principalmente, adentra um terreno pantanoso, onde vicejam as crenças.


Por fim, o que devia estar nas primeiras linhas. A razão da correspondência. Tampouco sei exatamente eu. Mas arrisco que seja um testemunho de agradecimento. Participando do combate à pandemia, vez em quando me ocorrem sua trajetória e dos pioneiros, desde meu conterrâneo Rodolfo Teófilo até seu amigo Carlos Chagas. A vocação pela obscuridade de uma parcela da sociedade, em meio às crises, sempre existirá. Quanto a nós outros, que agora somos tantos, nos cabe estar sempre por aqui, tentando clarear a caminhada.


Por favor aceite meus protestos de elevada estima e consideração,

Antonio
Antonio Silva Lima Neto é médico epidemiologista e professor do curso de Medicina da Universidade de Fortaleza (Unifor). Gerente da Célula de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza, integra hoje o Comitê Estadual de Enfrentamento do Novo Coronavírus, no Ceará.


A negação dos fatos


Ao longo destes dois anos, ficou evidente o mal que o negacionismo pode causar à humanidade. Em nossas páginas, contamos muitas histórias de como a desinformação e postura anticiência confundem pessoas e prejudicam a busca por conhecimento. Como a do cientista que precisou andar com escolta armada depois de receber ameaças de morte por estar à frente de um estudo que indicou que a cloroquina não apenas era ineficaz contra a covid como poderia apresentar riscos aos pacientes infectados pelo novo coronavírus. O médico infectologista Marcos Vinicius de Lacerda, especialista em saúde pública do Instituto Leônidas & Maria Deane (Fiocruz Amazônia), foi um dos entrevistados para a reportagem “A bolha negacionista”, publicada em nossa edição de abril de 2021. Leia aqui: https://bit.ly/35XoJAx.

Para acessar as demais reportagens da Radis, clique aqui.


Fonte: Radis
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