Fiocruz já embarcou no 'trem-bala' da nanotecnologia
Com uma variedade de aplicações inovadoras na área da saúde, a nanotecnologia tem sido alvo de uma série de iniciativas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico na Fiocruz. Considerado um tema prioritário para a instituição, a 'nano' foi pauta de recente reunião, da qual participaram representantes de várias unidades da fundação. Como resultado do encontro, formou-se um grupo de trabalho para subsidiar a construção de um programa institucional integrado em nanotecnologia.
“O objetivo é mapear as competências da Fiocruz em nanotecnologia de modo a identificar os principais desafios, estimular a sinergia entre os diferentes projetos e prover a infraestrutura adequada para fazê-los avançar”, explicou o vice-presidente de Inovação e Produção em Saúde, Jorge Bermudez. “Nossa proposta consiste em um programa estruturante, da pesquisa básica à inovação e produção, englobando inclusive as tecnologias humanas e sociais”, resumiu o vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência, Rodrigo Stabeli.
Stabeli é o coordenador de uma proposta da Fiocruz recentemente aprovada para integrar o Sistema Nacional de Laboratórios em Nanotecnologias (Sisnano), instituído pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A estratégia do Sisnano não é criar novos laboratórios, mas promover um salto qualitativo em infraestruturas já existentes, com foco na atuação multiusuário, permitindo que variados grupos tenham acesso às facilidades necessárias a pesquisas mais robustas. A proposta da Fiocruz – a única associada à saúde no âmbito do Sisnano – está ancorada na Fiocruz Paraná, para onde poderão convergir grupos de outras unidades e mesmo de outras instituições.
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Fonte: CCS/Ficoruz
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