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Registros da violência armada na Fiocruz: pesquisa avança com participação da comunidade

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Publicado em:05/03/2026
Estudo sobre os impactos da violência armada entre frequentadores dos campi da Fiocruz no Rio de Janeiro avança com ampla participação da comunidade na fase de coleta de dados. Ao todo, o questionário reuniu 1.760 respostas entre novembro de 2025 e janeiro de 2026. A maioria das respostas é proveniente do campus Manguinhos (82,3%) e de trabalhadores (85,4%). Entre estes, destacam-se profissionais terceirizados (50%) e servidores (39,6%). Além do levantamento online, a equipe realizou 25 entrevistas com gestores de diferentes unidades.   

A iniciativa, realizada por meio do Programa Institucional Violência e Saúde (PIVS) e do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP), integra a pesquisa ‘Registro da violência armada na Fiocruz: construindo metodologias para registro e identificação dos impactos biopsicossociais’, coordenada pelas pesquisadoras Mayalu Matos Silva e Fernanda Mendes Lages Ribeiro. O objetivo do levantamento é mapear e qualificar os impactos da violência armada tanto sobre os serviços da instituição quanto sobre as pessoas que frequentam, ou já frequentaram, os seus campi. 

Para ampliar a diversidade de perfis e territórios contemplados, uma nova rodada do questionário será lançada na segunda quinzena de março, com foco nos demais campi da Fiocruz no Rio de Janeiro e na maior participação de estudantes. 

Os resultados serão divulgados após a conclusão da análise dos dados. A participação da comunidade é considerada estratégica para fortalecer a construção de metodologias de registro e enfrentamento dos impactos da violência armada no contexto institucional. 

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