ENSP/Fiocruz inicia oficina de Monitoramento e Avaliação em Saúde Indígena no DSEI Rio Tapajós
O Laboratório de Situações Endêmicas Regionais (LASER), da ENSP/Fiocruz, deu início, nesta semana, a mais uma edição da Oficina de Monitoramento e Avaliação em Saúde Indígena, realizada no Distrito Sanitário Especial Indígena Rio Tapajós (DSEI Rio Tapajós). A atividade acontece entre os dias 9 e 12 de junho e reúne cerca de 30 participantes, entre profissionais de saúde, equipes técnicas do distrito, apoiadores institucionais e representantes do controle social.
Nesta edição, a condução das atividades está sob responsabilidade dos pesquisadores Cesar Silva, Dolores Abreu e Fabiana Soares, que acompanham o desenvolvimento das discussões e dinâmicas junto aos participantes.
Esta será a 19º oficina realizada no âmbito do projeto estruturante de Fortalecimento do Monitoramento e Avaliação em Saúde Indígena, que vem sendo desenvolvido em diferentes Distritos Sanitários Especiais Indígenas com o objetivo de qualificar processos de gestão, planejamento e tomada de decisão no âmbito do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SASI-SUS). Até o momento, mais de 450 participantes foram certificados.
Durante os quatro dias de atividades, os participantes são convidados a refletir sobre desafios e potencialidades do território, por meio de exercícios práticos voltados à identificação e priorização de problemas, análise de intervenções, construção de modelos lógicos e elaboração de estratégias de monitoramento e avaliação. A proposta é fortalecer o uso de evidências e informações para subsidiar a gestão e aprimorar as ações de saúde desenvolvidas junto aos povos indígenas.
A programação foi estruturada para favorecer a troca de experiências entre os diferentes atores envolvidos na saúde indígena, estimulando a construção coletiva de soluções e o desenvolvimento de capacidades institucionais alinhadas às especificidades do território.
Com a realização desta oficina, o Laboratório de Situações Endêmicas Regionais (LASER/ENSP/Fiocruz) amplia sua atuação na formação de profissionais e gestores da saúde indígena em todo o país, contribuindo para o fortalecimento das práticas de monitoramento e avaliação e para a qualificação contínua dos serviços prestados à população indígena.
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