Busca do site
menu

Estudo sobre os impactos da violência armada na Fiocruz tem prazo prorrogado; participe até 30/1

ícone facebook
Publicado em:17/11/2025

A violência armada afeta a todos, mas de diferentes formas. Sua voz faz diferença: sua experiência e percepção sobre o tema são fundamentais para a compreensão de seus impactos.


Foi prorrogado, até 30 de janeiro de 2026, o prazo para responder ao questionário da pesquisa “Registro da Violência Armada na Fiocruz: Construindo Metodologias para Registro e Identificação dos Impactos Biopsicossociais”. O estudo tem como objetivo identificar, registrar e comunicar os impactos biológicos, psicológicos e sociais dessa violência nos campi da instituição a partir de relatos de trabalhadores, estudantes, pacientes e visitantes que frequentam – ou já frequentaram – os espaços da Fundação no Rio de Janeiro.


A questão da segurança pública e da violência armada, que atinge toda a cidade, é alvo de esforços permanentes da Fiocruz. A pesquisa, coordenada pelas pesquisadoras Mayalu Matos Silva e Fernanda Mendes Lages Ribeiro, é realizada por meio do Programa Institucional Violência e Saúde (PIVS) e do Departamento de Estudos sobre Violência e Saúde Jorge Careli (CLAVES/ENSP).  


Fernanda explica que a pesquisa surgiu a partir de uma demanda das unidades que integram o Programa, no sentido de identificar e compreender as consequências da violência armada na Fiocruz, com foco no aprimoramento das ações de cuidado. O estudo procura identificar como a violência armada impacta a Fiocruz em suas diversas atividades cotidianas de pesquisa, ensino, atenção à saúde, produção e visitação, dentre outras.  


“Há um amplo público fluminense que frequenta estas atividades e alunas e alunos de outros estados e países que estudam em seus muitos cursos. Assim, a violência que atinge os campi tem impactos para além deles, incluindo o acesso da população a esta instituição pública de saúde”, destaca a pesquisadora.  


“Temos a expectativa de que o questionário seja respondido por pessoas que frequentam ou já frequentaram os campi Manguinhos e Maré da Fiocruz, a fim de que possamos conhecer como esta experiência é impactada pela violência armada e, dessa forma, o acesso aos serviços de saúde e de educação. Também temos como expectativa, a partir dos instrumentos da pesquisa, colaborar com o aprimoramento de estratégias de proteção, mas também com o debate sobre esse grave problema junto à sociedade", afirmou Fernanda.  


A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da ENSP/Fiocruz (CAEE: 83798324.3.0000.5240) e seus resultados serão disponibilizados.  


+ Participe! 


* Atualizado em 17/12/2025.


Seções Relacionadas:
Notícias da Fiocruz

Nenhum comentário para: Estudo sobre os impactos da violência armada na Fiocruz tem prazo prorrogado; participe até 30/1