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Eleições Departamentais ENSP: Campanha Maria Helena Barros, candidata do DIHS

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Publicado em:14/11/2023
Sou candidata à Chefia do Departamento de Direitos Humanos e Saúde – DIHS, para o próximo biênio 2024/2025 porque acredito no trabalho coletivo, na possibilidade de desenvolver políticas públicas voltadas para grupos sociais em estado de vulnerabilidade, porque acredito nos movimentos socias e principalmente, porque a luta pelo respeito aos direitos humanos deve ter sua continuidade de forma intensa e ininterrupta, enquanto política da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca – ENSP e da Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz.

A importância de termos um departamento na ENSP que tem como objeto único e privilegiado de pesquisa, ensino e extensão o campo dos Direitos Humanos e Saúde, nos coloca a responsabilidade ética e o compromisso inarredável com as populações que têm seus direitos violados e sua dignidade violentada. É por acreditar ser possível seguir criando uma cultura da saúde enquanto um direito humano, que sou candidata ao desafio de coordenar o departamento em uma dimensão democrática e absolutamente participativa.

Acredito no trabalho coletivo, que pode tecer um mosaico de amores, respeito, companheirismo, solidariedade e fraternidade. O acolhimento entre todos os trabalhadores do departamento é essencial. Para uma gestão compromissada com grupos sociais vulneráveis é preciso que estes princípios estejam no nosso coração e em nossa razão. 

É hora, já que muito tardia, de incluir e dar acessibilidade as pessoas com deficiência – PcD. Não é possível seguir em nenhum lugar do mundo, muito menos em um departamento de uma instituição de saúde pública, sem assumir o antirracismo diuturnamente. Não há produção séria de conhecimentos em que seja ignorada a diversidade de gênero e a sexualidade. As violências praticadas contra a mulher e a população LGBTQIAP+ têm que ter seu enfretamento em produções acadêmicas e técnicas a partir de nossas aulas, nossas orientações e nossas reflexões. Está claro que esta sociedade em que estamos produzindo e reproduzindo de forma colonial, tem seguimento as invisibilidades e o extermínio de nossos povos tradicionais, junto com isto, toda a destruição da natureza. Ser criança, adolescente ou idoso é não existir com autonomia. Ser presidiário é não ser humano, não ter nenhum de seus direitos respeitados.

A partir desses breves pontos, porém profundos e dolorosos levamos nossa proposta de ser candidata à coordenação do DIHS, para desenvolver atividades que essencialmente nos conduzam a produzir uma proposta contra hegemônica, privilegiando:

1 – Dar continuidade a gestão Marcos Besserman;
2 – Organizar e efetivar as propostas dos colegas de departamento para a gestão, mantendo um canal permanente de comunicação;
2 - Estimular a produção de pesquisas, livros e artigos científicos que tratem dos temas específicos dos Direitos Humanos;
3 - Estimular a participação efetiva dos pesquisadores no Programa da Pós-graduação em Saúde Pública da ENSP;
4 – Elaborar novas turmas de Mestrado e Doutorado Profissional;
5 – Fomentar novas parcerias com instituições de nacionais e internacionais de Direitos Humanos;
6 – Manter e aprimorar os cursos de especialização já existentes;
7 - Elaborar novos cursos de especialização, com temas ainda não explorados no departamento;
8 – Intensificar o oferecimento dos cursos de atualização;
9 – Facilitar a capacitação dos trabalhadores do departamento; e
10 – Manter uma via de comunicação com os alunos ligados aos cursos do departamento.

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