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Governo do Rio e Fiocruz assinam escritura para maior fábrica de vacinas da AL

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Publicado em:04/12/2020

A Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), assinou com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (3/12), a escritura definitiva do terreno onde está sendo construído o Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (Cibs), no Distrito Industrial de Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade. A cerimônia ocorreu no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, com as presenças do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, da presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, do deputado federal Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ), do governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, do secretário estadual de Saúde, Carlos Alberto de Carvalho, e do presidente da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), Fábio Galvão.


“Estamos vendo nascer o maior centro de produção de produtos biológicos da América Latina. Temos que colocá-lo para funcionar. Será um centro estratégico para reforçar o Programa Nacional de Imunizações (PNI), além de ser um marco para a saúde pública e para o Brasil.  No futuro, estaremos aptos a fazer frente a outras situações como a que estamos vivendo. É um projeto de vanguarda que muito nos orgulha”, afirmou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

O empreendimento será o maior centro de produção de produtos biológicos da América Latina e um dos mais modernos do mundo. Desta forma, a Fiocruz poderá aumentar em até quatro vezes a capacidade de produção de vacinas e biofármacos para atender prioritariamente às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do PNI e do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf), respectivamente. O investimento é da ordem de R$ 3,4 bilhões e prevê a geração de 5 mil empregos diretos durante a construção, e de 1,5 mil postos de trabalho para a sua operação.

Para a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, o projeto tem um valor estratégico para o Brasil e para o Sistema Único de Saúde (SUS), com a ampliação da oferta de vacinas, e destacada importância para o desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro. “Hoje estamos dando um passo muito importante. A emissão da escritura definitiva do terreno em Santa Cruz, para a Fiocruz, nos permitirá publicar o edital do maior investimento em saúde pública do país. Esse empreendimento garantirá a continuidade das estratégias nacionais de vacinação, ofertando vacinas modernas à população. Será o maior centro de produção de imunológicos da América Latina, com capacidade de quadruplicar a nossa produção atual”, garante a presidente.

O impacto desse empreendimento para Estado do Rio de Janeiro também foi destacado pelo governador. "É muito importante para população quando os governos federal, estaduais e municipais trabalham alinhados e em parceria. A população ganha muito com isso.  Estamos aqui falando de um investimento bilionário que será feito no estado do Rio, um investimento que coloca o estado na vanguarda em termos de fabricação de vários tipos de vacinas, não só a da Covid-19, além de gerar emprego, renda e ciência para o Rio de Janeiro”, reforçou o governador Cláudio Castro.

A escritura definitiva do terreno garante a segurança para a captação de capitais privados, no modelo de financiamento BTS (“built to suit“, construção sob medida), modalidade que será utilizada para finalizar a construção do empreendimento. Por esse modelo, o financiamento será privado, pago na forma de aluguel com reversão durante o prazo de 15 anos. O terreno já recebeu investimentos do Ministério da Saúde para as etapas de terraplanagem, estaqueamento de todos os prédios, construções dos blocos e cintas, compensação ambiental, bem como para a aquisição dos principais equipamentos de produção. Com a assinatura, o terreno de 580 mil m2, que pertencia à Codin, passa a ser da Fiocruz em definitivo.  Pela Fiocruz, além da presidente, estiveram presentes também no evento o vice-presidente de Gestão e Desenvolvimento Institucional, Mário Moreira, o diretor de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Mauricio Zuma e o chefe de Gabinete, Valcler Rangel.

Clique aqui e leia a matéria na íntegra. 


Fonte: Agência Fiocruz de Notícias
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