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Cancelada palestra de abertura do mestrado profissional em Direitos Humanos, Justiça e Saúde

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Publicado em:13/11/2020
Foi cancelada a aula inaugural do mestrado profissional em Direitos Humanos, Justiça e Saúde: Gênero e Sexualidade da ENSP, que seria realizada nesta segunda-feira (16/11). Em breve será divulgada nova data do evento. O impacto da desinformação e das Fake News nos direitos humanos será tema da aula inaugural, a ser proferia pelo professor e pesquisador da Open Society Foundation, Jean Wyllys. O evento será transmitido pelo Canal da Asfoc no Youtube (http://youtube.com/asfocsn).  

Desenvolvido pelo Departamento de Direitos Humanos e Saúde da ENSP/Fiocruz, o curso destina-se a formar servidores públicos do Estado e dos municípios do Rio de Janeiro visando combater as discriminações e violações cometidas contra a população LGBTQIA+, no âmbito da atenção à saúde.

A aula inaugural terá presença do diretor da ENSP, Hermano Castro, da vice-diretora de Ensino, Lucia Dupret, do Chefe do Dihs, Marcos Besserman, e da coordenadora do mestrado profissional, Maria Helena Barros. O evento também receberá a presidente da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais, Keila Simpson, o presidente da Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da OAB-RJ, Henrique Rabello de Carvalho, e o coordenador executivo do Grupo Arco-Iris de Cidadania LGBTI+, Cláudio Nascimento.

O curso

O mestrado profissional é coordenado na ENSP pelos pesquisadores Maria Helena Barros, Marcos Besserman, Aldo Pacheco e Angélica Baptista. A iniciativa, que surgiu a partir da emenda parlamentar do deputado federal David Miranda, tem o objetivo de formar profissionais qualificados na área dos Direitos Humanos e Saúde para formulação e implementação de políticas públicas, seja na modelagem de projetos de intervenção, infraestrutura e atenção diferenciada à população de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transsexuais ou Transgêneros, Queer, Intersexo e Assexual + (LGBTQIA+).
 
“A Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde explicita o direito ao cuidado, ao tratamento e ao atendimento livre de discriminação de orientação sexual e identidade de gênero. Nessa perspectiva, o curso foi pensado para fazer uma discussão profunda sobre o campo dos direitos humanos e a questão de gênero e sexualidade. A população LGBTQIA+ sofre não só pela violência e discriminação, mas também pela falta de acesso ao sistema de saúde. É preciso que o SUS se capacite para atendê-los. E esse atendimento deve ser referenciado pelo respeito à dignidade da pessoa humana, pelo respeito à diversidade e pelos direitos humanos e saúde”, afirma a pesquisadora Maria Helena Barros.


Imagem capa- unaids.org.br

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