Embarcados vivem estresse à espera de testes para covid-19
O Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro, em sua página na internet, chamou de “profundo desconforto e estresse” a situação vivida pelos trabalhadores que aguardam por embarque no aeroporto de Jacarepaguá com destino às plataformas do campo de Búzios da Petrobrás. Em média, esses trabalhadores têm ficado 3 dias confinados em hotel, segundo a notícia, em completo isolamento, aguardando o resultado dos exames de covid-19 a que são submetidos quando chegam ao hotel.
Além do confinamento, os petroleiros reclamam que, no hotel não são fornecidos materiais para prevenção da covid-19 (máscaras, luvas e álcool em gel). Outra reclamação é quanto ao fornecimento de alimentação. Na maioria das vezes, segundo os trabalhadores, não há horário certo para a comida chegar e também não há opções de cardápio. “Como a quantidade é por porção e não podem pedir refeição por aplicativo, às vezes ficam com fome”, afirma a matéria, publicada no dia 10 de agosto.
Outro ponto criticado é o sistema de frequência. O sindicato já obteve liminar na Justiça, quando os petroleiros chegavam a ficar 7 dias de quarentena em hotel. Como a conduta foi modificada, e os petroleiros haviam passado a fazer quarentena em casa, o sindicato havia retirado o item em ação judicial. “Agora, como a empresa voltou a exigir o confinamento em hotel no pré-embarque, o Jurídico vai informar sobre isto na ação”, diz a nota.
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