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Opas incentiva países das Américas a ampliar número de profissionais de saúde e investir em atenção

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Publicado em:10/10/2013

A escassez de médicos e a falta de investimento na atenção básica não são problemas exclusivos do Brasil, mas dos 35 países do continente americano, e são, ainda, os principais obstáculos para se atingir a cobertura universal em saúde na região. Foi o que concluiu a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que compõe a Organização Mundial da Saúde (OMS), do Sistema da Organização das Nações Unidas (ONU), durante a 52ª reunião anual da organização internacional, realizada em Washington (EUA), na semana passada. Na ocasião, as nações debateram as prioridades regionais em saúde e, ao término, divulgaram uma resolução sobre recursos humanos em saúde, aprovada por consenso por todos os países do continente, que traz uma série de recomendações no sentido de ampliar o acesso da população a profissionais de saúde.

O Programa Mais Médicos foi apresentado no evento de Washington como uma das ações para fortalecer os recursos humanos em saúde que vai ao encontro das recomendações da organização internacional. “A mais recente dessas iniciativas foi o arrojado e inovador programa Mais Médicos, do Brasil”, afirmou a diretora da Opas, Carissa Etienneé.

Entre as políticas apontadas na resolução, estão a intensificação da cooperação internacional da organização com seus membros para formulação de políticas e capacidades de planejamento; e a reforma da formação médica de pós-graduação, aumentando o número de vagas nas especialidades mais necessárias na atenção básica, em especial na medicina de família. A resolução recomenda ainda a avaliação e o monitoramento sistemático de regras e benefícios específicos para recrutar, contratar e estabilizar os profissionais, especialmente em áreas remotas e subatendidas.

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Fonte: Ministério da Saúde
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