Editora Fiocruz completa 20 anos com 350 títulos e 100 mil páginas publicadas
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei a escrever”. A frase da escritora Clarice Lispector traduz o espírito de muitos pesquisadores: parte-se do problema, uma pergunta ou muitas delas, para dar início às 100, 200 ou 300 páginas que vão compor uma tese. “Uma tese é uma tese”, já traduziu o cronista Mario Prata. O conhecimento, porém, não precisa parar por aí. Uma boa pesquisa pode servir de base para um livro, e um livro sempre vai contribuir para outras teses e obras, para compartilhar experiências. Assista aqui a uma entrevista sobre os 20 anos da editora.
Experiências compartilhadas pela Editora Fiocruz são muitas em duas décadas de existência: 350 títulos – 20 deles em novas edições e 89 em coedições –, 145 reimpressões e 100 mil páginas publicadas. A história começou em 1993, quando a editora foi criada como projeto especial da Presidência da Fundação. “A importância da iniciativa está no papel da instituição na valorização do livro como um meio que se destina tanto aos especialistas da área, como ao público interessado nos temas da saúde, seja ele formado por gestores ou cidadãos de forma geral”, afirma a vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz e diretora da editora, Nísia Trindade.
Com o tempo, a atenção dada aos assuntos prioritários para o Ministério da Saúde e que agregam conhecimento para a saúde pública tornou o projeto uma realidade consolidada da editora – criada quando Carlos Morel era presidente e Paulo Buss, vice-presidente de Ensino. “Bons livros começaram a nascer. Mário Quintana disse que há duas espécies de livros: uns que os leitores esgotam, outros que esgotam os leitores. Nós aprendemos a fazer a primeira espécie, traduzida em reimpressões, novas edições e premiações”, resume o editor executivo da Editora Fiocruz, João Canossa. “Claro que existiram erros, mas hoje podemos dizer que a editora é a cara da instituição, no sentido da pluralidade e da democratização do conhecimento”, completa.
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Fonte: CCS/Fiocruz
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