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Falta de qualificação dificulta evolução da vigilância sanitária no RJ

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Publicado em:01/04/2013

A pesquisadora da ENSP Marismary Horsth de Seta concedeu entrevista ao jornal O Globo no sábado (30/3) e abordou a precariedade da vigilância sanitária no Estado do Rio de Janeiro. De acordo com levantamento feito pelo jornal, as cinco cidades mais populosas do estado (Rio, São Gonçalo, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e Niterói) reúnem 9,5 milhões de pessoas e dispõem de 519 fiscais – um para 18 mil pessoas. Na opinião da pesquisadora, a ausência de planos de cargos e salários e a falta de qualificação das equipes emperram evoluções.

Leia aqui a reportagem completa.


Fonte: O Globo
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