MS aponta desafios para educação em saúde

Para Mônica Sampaio, é necessário buscar provimento de médicos para o SUS, em áreas que demandem esses profissionais, além de um processo de formação adequado à realidade sanitária brasileira. "O programa de residências está sendo ampliado e expandido para as áreas prioritárias do SUS", informou.
Segundo ela, outro objetivo importante é fortalecer o processo de educação permanente com foco nas redes de atenção à saúde e buscar a integração ensino-serviço. "Os gestores, em geral, não valorizam a educação permanente. Precisamos sair dessa encruzilhada. Uma das saídas apontadas pela Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) do Ministério da Saúde é a formação de 6 mil profissionais de educação permanente, em 2013, para promover mudanças e capilarizar informações", disse.
Outros desafios destacados por Mônica foram a aquisição de novas competências para mudança de modelo e a incorporação de novas tecnologias de cuidado, como consultórios de rua, núcleos de apoio à saúde da família e casas de parto.

O encontro foi aberto, no dia 9 de dezembro, pelo professor Mario Rovere, da Universidade de Rosário, Argentina, e contou com a participação de vários representantes de escolas e centros formadores em saúde pública de todo país, além de membros do conselho consultivo e do grupo de condução da Rede e pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP). O objetivo do evento é fazer um balanço das atividades da Rede em 2012 e discutir as principais pautas e os próximos projetos para 2013.
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