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Informe Técnico oficializa campanha nacional de vacinação contra covid

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Publicado em:26/01/2021
Após a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no dia 17 de janeiro, das duas primeiras vacinas para a população brasileira – a CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, e a Covishield, produzida pela farmacêutica Serum Institute of India, em parceria com a AstraZeneca/Universidade de Oxford/Fiocruz, o Ministério da Saúde publicou, no dia 18 de janeiro, o Informe Técnico “Campanha Nacional de Vacinação contra a Covid-19”.

O documento apresenta as diretrizes, orientações técnicas e operacionais da vacinação, estabelece os grupos prioritários e calcula a distribuição das primeiras 6 milhões de doses para esses grupos. 

O Informe Técnico operacionaliza o início da vacinação dos  grupos prioritários: trabalhadores da saúde, pessoas idosas residentes em instituições de longa permanência (institucionalizadas), pessoas maiores de 18 anos com deficiência residentes em Residências Inclusivas (institucionalizadas) e indígenas vivendo em terras indígenas. Além dos primeiros a receber a vacina, o documento descreve outros grupos prioritários, sem determinar data para o início das próximas etapas de vacinação.

Os trabalhadores da saúde são divididos em quatro estratos populacionais como critérios de priorização para recebimento da vacina. São eles: equipes de vacinação que estiverem inicialmente envolvidas na vacinação dos gruposelencados para as 6 milhões de doses; trabalhadores das Instituições de Longa Permanência de Idosos e de ResidênciasInclusivas (Serviço de Acolhimento Institucional em Residência Inclusiva para jovens e adultos com deficiência); trabalhadores dos serviços de saúde públicos e privados, tanto da urgência quanto da atenção básica, envolvidos diretamente na atenção/referência para os casos suspeitos e confirmados de covid-19; demais trabalhadores de saúde.

 O documento estima o funcionamento de aproximadamente 50 mil postos de vacinação e recomenda que as Secretarias Municipais de Saúde e a rede de serviços de Atenção Primária à Saúde (APS)/Estratégia Saúde da Família (ESF) estabeleçam parcerias locais com instituições públicas a fim de descentralizar a vacinação para além das Unidades da APS. “Possíveis parceiros podem ser os serviços de assistência social, a rede de ensino, as Forças Armadas, os centros de convivência, entre outros”, indica o informe.  De acordo com o texto, a responsabilidade sobre a campanha “envolve as três esferas gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS), contando com recursos da União, das Secretarias Estaduais de Saúde (SES) e das Secretarias Municipais de Saúde (SMS)”.

Normas de uso de EPIs durante a campanha, procedimentos de farmacovigilância e registro dos vacinados e do transporte dos imunobiológicos também estão contemplados no informe técnico, cujo texto admite a “disponibilidade da vacina inicialmente limitada”. O documento traz especificações técnicas apenas da vacina Sinovac/Butantan. A vacina proveniente do laboratório Sinovac/Butantan, deverá ser administrada exclusivamente por via intramuscular em esquema de duas doses, com intervalo entre as doses de 02 a 04 semanas. 

Confira o documento na íntegra em anexo (abaixo, na página)


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